ATIVIDADE 1 ( 3º BIMESTRE ) 04 de agosto - 14 de agosto
Chegamos ao 3º Bimestre !
Nosso conteúdo vai tratar de um esporte não convencional em nosso país, o futebol americano e o rugby. Em seguida abordaremos o conceito de ATIVIDADE FÍSICA e EXERCÍCIO FÍSICO.
Acompanhe as tarefas as tarefas, realize-as dentro do prazo para que você possar ter uma melhor organização e entendimento do conteúdo
Vamos lá ?
Nas imagens abaixo podemos observar as diferenças entre dois esportes de invasão : o rugby e o futebol americano,
Origem
O Rugby terá tido
origem por volta dos anos 1830, sendo que só em 1863 foi realmente constituída
uma associação que juntou 21 equipes.
O Futebol Americano por
sua vez foi criado como uma adaptação do Rugby no ano 1867, num jogo entre
universidades, mas demorou décadas até que as regras fossem semelhantes ao que
são hoje.
Proteções
As proteções usadas
no Rugby são flexíveis e feitas de espuma, podendo sem elas
um scrum cap, ombreira e proteção bocal.
Já no Futebol
Americano, as proteções são mais obrigatórias e rígidas, sendo feitas de
plástico e alumínio, tais como o capacete, shoulder pads, hip
pads, …
Passes
No Rugby,
os passes só podem ser feitos para trás ou na lateral. Se a bola for entregue
em mão a um companheiro de equipa, não é considerado passe.
Se o jogador deixar a
bola cair não acontece nada, mas se a bola for para a frente, é considerada
infração (knock on).
Enquanto no Futebol
Americano podem ser feitos passes para a frente, desde que quem esteja
a lançar a bola esteja atrás da linha de scrimmage, isto além de
serem permitidos passes para trás e laterais.
Bloqueios
Os bloqueios usados
no Rugby são só permitidos no jogador que tem a posse de bola.
Se outros jogadores forem derrubados ou impedidos de alguma forma, será marcada
uma infração.
No Futebol
Americano só o jogador com a bola pode ser derrubado, mas os outros
jogadores também podem ser bloqueados, desde que não seja com nenhum tackle.
Popularidade e Dimensão
O Rugby é
bastante popular em diversos lugares do mundo, tendo ligas bastante
competitivas como a Inglesa, Australiana, Neo Zelandesa… O Campeonato do Mundo
de Rugby é o 3º evento mais visto do Mundo.
Já o Futebol
Americano é quase apenas praticado nos Estados Unidos e no Canadá,
apesar de ter muitos fãs por todo o mundo.
Chute na Bola
O Rugby utiliza o
chute na bola como passe (sendo a única forma de poder passar para a frente)
mas no momento do chute o jogador que receber a bola tem de estar atrás da
linha da bola.
Já no Futebol
Americano, o chute é apenas usado para aliviar a bola quando a equipa alcança a
4ª tentativa ou down. Este chute é chamado de punt.
Não entrando em
detalhe em como as pontuações são marcadas, vamos ver quais são de cada um dos
esportes e quantos pontos valem.
PRAZO : 17 de JULHO ( quem fizer até 10 de julho tem acréscimo de pontos na média final do bimestre)
Por que
nadadores quebram mais recordes que corredores?
O atletismo começou os Jogos do Rio com quebra
de recorde, mas nadadores rompem as melhores marcas com mais facilidade que
corredores. Evolução do estilo e tecnologia das piscinas e dos trajes dos
nadadores fazem a diferença.
Quando nadadores olímpicos pularam na piscina no Rio, recordes mundiais
começaram a ser quebrados rapidamente - apenas nos primeiros quatro dias de
competição, isso aconteceu seis vezes. Esse tipo de coisa nunca acontece com a
mesma intensidade na pista de corrida.
Logo no primeiro dia de competição nos Jogos do Rio, a nadadora Katinka
Hosszu, da Hungria, bateu em mais de dois segundos o melhor tempo registrado
nos 400m medley individual. Depois, a Austrália quebrou o recorde de
revezamento 4x100m livre feminino, e a sueca Sarah Sjostrom estabeleceu um novo
tempo nos 100m borboleta. Isso tudo aconteceu no início das provas de natação.
Quem foi ao parque aquático viu ainda a Grã-Bretanha ganhar o ouro com
Adam Peaty ,que quebrou o recorde dos 100m peito masculino duas vezes em dois
dias e também a nadadora Katie Ledecky, dos Estados Unidos, estabelecer um novo
tempo no estilo livre de 400m das mulheres. Ledecky ainda melhorou em dois segundos
seu próprio recorde mundial nos 800m nado livre.
Nos Jogos Olímpicos de Londres, há quatro anos, foi a mesma coisa. Nove
novos recordes mundiais foram registrados na piscina e apenas dois na pista de
corrida.
"Desde 1972, cerca de 10% das provas de atletismo de pista
resultaram em recordes mundiais. Se você olhar para a natação, esse índice
chega a 40%", diz o treinador de natação e blogueiro canadense Rick Madge.
É verdade que, nesta sexta-feira (12), as provas do atletismo começaram
com uma quebra de recorde. Foi apenas a segunda vez na vida que a etíope Almaz
Ayana correu os 10.000m.
Com a marca de 29m17s45, bateu um antigo recorde mundial em mais de 14
segundos - a marca anterior havia sido estabelecida pela chinesa Junxia Wang em
1993.
Na natação, nem mesmo depois da proibição dos trajes tecnológicos usados
nos Jogos em 2008, recordes tendem a durar tanto tempo.
Além disso, enquanto velocistas baixam em pequenas frações de segundo
marcas anteriores, nadadores costumam derrubá-las em mais de um segundo, como
fizeram no Rio Hosszu e Peaty.
Um bom exemplo são as marcas registradas nos 100m estilo livre masculino
nas piscinas. Desde 1912, o recorde mundial nessa modalidade melhorou em 23,85%
- a partir de um 1m1s6 para 46s91. No atletismo, por sua vez, o recorde nos
100m dos homens passou de 10s6 para 9s58, uma melhoria de apenas 9,62%, de
acordo com Tiago Barbosa Laboratório de Biomecânica dos Esportes, de Singapura.
"Se você assistir ao vídeo dos 100m em 1912, você percebe que há
coisas muito semelhantes ao que é a corrida de 100m de hoje", diz Barbosa.
No caso da natação, para Barbosa, a única semelhança com o passado são os
homens competindo dentro d'água.
Explicações
Por que essa diferença tão grande? Para o treinador Rick Madge, as
braçadas na natação têm uma mecânica mais complexa do que correr e ainda estão
evoluindo.
"Elas envolvem praticamente todas as partes do corpo e eles estão
se movendo através da água que é muito mais densa, o que significa que tudo que
você faz tem que ser otimizado", explica Madge.
Ele emenda dizendo que a posição da cabeça, como os braços se movimentam
dentro e fora d'água e a forma com se bate as pernas podem ser aprimoradas para
que o estilo fique mais eficiente e veloz.
Por exemplo, em 2012, quando Cameron van der Burgh ganhou os 100m peito
masculino, ele fazia entre 50 e 52 braçadas por minuto, o que foi considerado
rápido no momento. Mas, este ano, o britânico Adam Peaty nadou fazendo entre 58
e 60 braçadas por minuto, "movimento mais difícil e potente", segundo
o treinador canadense.
Além da evolução da forma de nadar, há outras variáveis. A piscina é um
ambiente extremamente controlado, enquanto as pistas estão ao ar livre. Em
parques aquáticos é possível controlar a temperatura e umidade, o que pode
afetar o desempenho de um atleta.
A profundidade de três metros recomendada para uma piscina olímpica
reduz a turbulência, enquanto uma temperatura de 25 a 28 graus Celcius mantém
os músculos nem muito rígidos nem muito relaxados.
Raias extras e bordas mais baixas nas extremidades laterais ajudam
absorver ondulações e minimizar as marolas. A piscina do Parque Olímpico,
construída para os Jogos do Rio, exibe essa tecnologia.
Trajes e equipamentos
O treinador canadense Rick Madge lembra ainda que um item simples
promoveu a maior mudança da natação: óculos de proteção. Atletas começaram a
usá-los em competições internacionais na década de 1970 para melhor ver debaixo
de água e proteger os olhos contra respingos d'água e produtos químicos como o
cloro.
"Isso mudou os treinos de 10 a 12 horas por semana, limitados pela
agressão que os olhos podiam tolerar, para - muito rapidamente, em meados dos
anos 70 - treinos de 25 ou 30 horas por semana", diz Madge. "Esse
tempo de treinamento adicional fez com que recordes mundiais fossem esmagados
em praticamente todos os eventos."
Os blocos de partida também melhoraram e os maiôs se modernizaram. Os
Jogos de Pequim em 2008 viram recordes quebrados em 19 eventos porque novos
trajes ajudavam na flutuação dos nadadores, além de reduzir o atrito com a
água.
Embora esses maiôs tenham sido banidos em 2010, outros aprimoramentos
tecnológicos e ajustes às regras - o que permitiu viradas mais rápidas e
golfinhadas debaixo d'água- têm ajudado a manter os nadadores na liderança
quando a disputa é por recordes quebrados.
Os nadadores continuam fazendo de tudo para minimizar o atrito com a
água. Usam, por exemplo, duas toucas para prender melhor os óculos e evitar que
a borrachinha que prende as lentes atrapalhem a performance.
Corredores usam anéis, correntinhas e brincos, algo que nadadores evitam
a qualquer custo.
Há, naturalmente, um outro fator: o doping. Drogas afetam a performance
de atletas também na natação e no atletismo. O atletismo ainda tem recordes
registrados nos anos 1980 e muitos dos que alcançaram tais marcas podem ter
sido quimicamente influenciados. Na natação, tempos registrados nos dias de
dopping extremo acabaram superados por outras estratégias usadas para aprimorar
os resultados.
Resta saber se o atletismo vai conseguir, no Rio, quebrar mais recordes.
A depender da disputa da primeira medalha no Estádio Olímpico do Rio, o
Engenhão, pode ser que sim. A corrida dos 10.000m foi tão forte que até a
quarta colocada, a queniana Alice Aprot Nawowuna fez um tempo mais baixo do que
o recorde olímpico estabelecido por Tirunesh em Pequim 2008 (29m54s66).
Hoje vamos falar de um assunto que é fácil para alguns e é um verdadeiro trauma para outros: a ditadura
da beleza. Chega a ser irônico que, na pré-história, mulheres obesas representassem o ideal estético e a
fertilidade sendo que hoje a mídia impõe que uma mulher comercialmente bonita deve ser extremamente
magra. Esses padrões são fruto de diversos fatores, sendo o principal a associação
de beleza à disponibilidade de recursos. Na pré-história, uma mulher obesa era
considerada linda por ter como se alimentar em uma época de grande escassez de
alimentos. Nos dias atuais, uma mulher magra com a musculatura rígida indica
alguém que dispõe de alimentação balanceada, acompanhamento médico,
academia, tratamentos estéticos entre outros privilégios.
Antiguidade
Os exemplos mais notáveis de padrão de beleza na Antiguidade são, sem dúvida, os
greco-romanos. Em uma época de constantes guerras e em uma sociedade que
valorizava a saúde e a habilidade corporal, eram considerados bonitos homens
altos, de corpo musculoso, rosto com nariz afilado e cabelos encaracolados pelos
ombros. As mulheres deveriam ter curvas perfeitas, seios pequenos, pele clara e
longos cabelos.
Idade Média
Na época Medieval, não havia muita preocupação com a estética. A beleza seria consequência da vida
devota e denotava uma alma pura e casta, como a da Virgem Maria. Rosto angelical, lábios pequenos e
cabelo cor de ouro eram o trunfo das mulheres. Já nos homens, a beleza estava associada ao poder e, em
geral, o "rei" simbolizava esse ideal.
Renascimento
Nessa época, há um retorno dos ideais de beleza greco-romanos somados à gordura, que era um indicativo
de status social, visto que a ostentação alimentícia não era para todos. Braços roliços, quadris largos e
celulites eram sinais de volúpia e nobreza. Esse padrão cabia tanto aos homens quanto às mulheres.
Era Contemporânea
É o tempo em que magreza, saúde e riqueza andam lado a lado. E a felicidade está associada ao status
social. A mídia cria padrões de beleza e ideais de vida perfeita para vender os produtos produzidos pela era
capitalista. O padrão de beleza varia bastante através das décadas, sempre seguindo a indústria da moda e
a cabeça dos grandes estilistas, que vendem algo que não é acessível para as grandes massas, que fica
restrita a um determinado círculo da sociedade, e cabe ao restante trabalhar e gastar para perseguir esse
padrão, fazendo rodar, desta forma, a grande engrenagem da sociedade de consumo.
Postado por Vivian Magalhães, às 08:46.
Disponível em Acesso em: 05 de
out. 2013. Texto adaptado para uso nesta avaliação
PARTICIPAR respondendo aos questionamentos, dando likes ...
3 likes + 1 mensagem em cada questionamento = 3 pontos😉
------------------------------------------------------------------------------- DISTÚRBIOS ALIMENTARES (18 de maio a 29 de maio)
São doenças psiquiátricas que se caracterizam, fundamentalmente por alterações significativas do comportamento alimentar.
As influências dos distúrbios alimentares podem ser psicológicas, biológicas, familiares ou sócio-culturais, sendo diferente consoante o período de desenvolvimento do jovem.
Sabe-se que não se deve a modas, mas sim, à pressão cultural para a magreza,a insatisfação com o peso, podem contribuir para a tomada da decisão de iniciar uma dieta.É pertinente referir que a dieta só por si não constituí uma condição suficiente para o desencadear de um distúrbio alimentar, mas é uma condição necessária.
Dos vários Distúrbios Alimentares destacamos:
- Anorexia ;
- Bulimia ;
ASSISTA AO VÍDEO ABAIXO SOBRE ANOREXIA E BULIMINA ( Duração 5:09)
Após assistir ao vídeo explicativo sobre I.M.C. , responda o QUESTIONÁRIO ABAIXO : ATIVIDADE IMC ( 04 DE MAIO A 07 DE MAIO) ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- ATIVIDADE PARA OS ALUNOS DO 1º ANO DO ENSINO MÉDIO
Faltou na aula ? Não compreendeu o conteúdo explicado em sala de aula ?! Tem dúvidas em relação ao conteúdo ? ... ou quero rever a matéria ! Então assista o vídeo abaixo sobre as regras básica do basquete.
Agora que você já compreendeu as regras básicas do basquete ,
com o auxílio do conteúdo do seu caderno ou se for necessário de sites (http://www.cbb.com.br/) , responda o questionário on-line abaixo.
Durante anos, o jovem Jigoro Kano se dedicou a fazer um estudo completo sobre as antigas formas de autodefesa e, procurando encontrar explicações científicas aos golpes, baseadas em leis de dinâmica, ação e reação, selecionou e classificou as melhores técnicas dos vários sistemas de Ju-jutsu em um novo estilo chamado de Judô, ou "caminho suave" - Ju (suave) e Do (caminho ou via).
Em 1882, o mestre Kano fundou o Instituto Kodokan. O termo Kodokan se decompõe em ko (palestra, estudo, método), do (caminho ou via) e kan (Instituto). Assim, significa "um lugar para estudar o caminho", o que explica muito bem a intenção do fundador da arte. Além de tornar o ensino da arte marcial como um esporte, Jigoro Kano desenvolveu uma linha filosófica baseada no conceito ippon-shobu (luta pelo ponto perfeito) e um código moral. Assim, ele pretendeu que a prática do Judô fortalecesse o físico, a mente e o espírito de forma integrada.
Com seu trabalho, Jigoro Kano conseguiu criar uma modalidade que não se restringe a homens com vigor físico, se estendendo a mulheres, crianças e idosos, de qualquer altura e peso.
Código Moral
Visando fortalecer o caráter filosófico da prática do judô e fazer com que os praticantes do judô crescessem como pessoas, o mestre Jigoro Kano idealizou um código moral baseado em oito princípios básicos:
- Cortesia, para ser educado no trato com os outros;
- Coragem, para enfrentar as dificuldades com bravura;
- Honestidade, para ser verdadeiro em seus pensamentos e ações;
- Honra, para fazer o que é certo e se manter de acordo com seus princípios;
- Modéstia, para não agir e pensar de maneira egoísta;
- Respeito, para conviver harmoniosamente com os outros;
- Autocontrole, para estar no comando das suas emoções;
- Amizade, para ser um bom companheiro e amigo.
Esporte olímpico
Prosseguindo com a organização da Kodokan e buscando aprovar os regulamentos do Judô, Mestre Kano tornou-se o primeiro membro asiático do Comitê Olímpico Internacional em 1909 e trabalhou para a propagação do esporte no mundo todo. O Judô passou a fazer parte do programa olímpico oficialmente nos Jogos de Tóquio em 1964.
A introdução do Judô no Brasil
A imigração japonesa foi o fator mais importante para o surgimento do judô no Brasil. A influência exercida por lutadores profissionais representantes de diversas escolas de jiu-jtsu japonês também contribuiu para o desenvolvimento do judô. O início do judô no Brasil ocorreu sem instituições organizadoras. Apenas na década de 1920 e início dos anos 1930 chegaram ao Brasil os imigrantes que conseguiram organizar as práticas do judô e kendô no país.
Entenda os principais objetivos dessas técnicas milenares e
conheça as diferenças entre algumas das modalidades mais famosas
Desenhos de batalhas em cavernas que datam entre 10.000 e 6.000
a.C. mostram que os humanos lutam desde o período Epipaleolítico. O termo arte
marcial, por sua vez, tem origem na Roma antiga e deriva do Deus greco-romano
Marte, que ensinou a técnica de luta aos humanos.
Embora sejam em geral associadas às culturas asiáticas, as artes marciais não
são restritas à Ásia. Entenda:
Proteção
pessoal
O principal objetivo de qualquer arte marcial é se defender atacando.
Elas podem estar ligadas a crenças em religiões ou filosofias, como o budismo,
ou seguir algum código específico de honra não necessariamente relacionado à
espiritualidade. Em geral, porém, todas focam na intensidade física e no estado
mental do praticante.
Variações
e objetivos
As artes marciais podem ser categorizadas de acordo com diferentes
critérios: estilos tradicionais ou contemporâneos, com uso de armas ou sem
armas (envolvem uma variedade de golpes como quedas, chaves, imobilizações,
socos, chutes, joelhadas e cotoveladas), e tipo de aplicação (se é para
autodefesa, como esporte, uma coreografia ou meditação).
Oriente
x Ocidente
No oriente, as artes marciais em geral fazem parte de um sistema
filosófico, com a crença de que contribuem para a formação de caráter por
criarem consciência sobre a futilidade da competição. Já no ocidente, embora a
tradição greco-romana buscasse aplicar o método científico às práticas, elas
atualmente estão mais vinculadas à luta e defesa pessoal.
Os
tipos mais conhecidos e praticados
No
mundo moderno, as artes marciais se popularizaram como prática esportiva, com
alguns estilos incluídos nas Olimpíadas. Alguns dos mais conhecidos são:
Karatê
Desenvolvida a partir da arte marcial indígena de Okinawa com influência da
arte da guerra chinesa, envolve socos, pontapés, golpes de joelho, cotoveladas
e técnicas de mão aberta.
Muay
Thai
Esporte nacional da Tailândia, é um dos estilos mais usados por
lutadores de MMA.
Boxe
O esporte olímpico é talvez o tipo de arte marcial mais conhecido, em que dois
lutadores usam apenas os punhos (com luvas características) para atacar o
oponente.
Kickboxing
Uma combinação de karatê, Muay Thai e boxe, não permite o uso de cotovelos e
joelhos.
Taekwondo
Outra arte marcial considerada um esporte olímpico, é originária da Coreia, tem
foco nas pernas e nos punhos. A demonstração de poder também é exercida por
meio de cortes de tábuas ou tijolos usando somente o corpo.
Kung
Fu
Mais do que um estilo único de arte marcial, Kung Fu é o termo usado para
descrever diferentes estilos de lutas chinesas. Surgiu há mais de 4 mil anos, e
seus movimentos de ataque e defesa são inspirados na natureza.
Capoeira
Criada no Brasil por escravos africanos, combina artes marciais, esporte,
cultura popular, dança e música. Os golpes são principalmente chutes e
rasteiras, mas podem incluir cabeçadas, joelhadas, cotoveladas e até acrobacias
aéreas.
Jiu-jItsu
É uma modalidade
marcial, desenvolvido pela família
Gracie, no início do século XX, que se tornou a forma mais difundida e praticada do
"Jiu-jitsu" (exceto o Judô) no mundo, principalmente depois das primeiras edições dos
torneios de Artes marciais mistas (MMA),
no UFC, nos idos da década de 1990
Judô
É uma arte
marcial,praticada como esporte
de combate e fundada por Jigoro Kano em 1882. Os seus principais objetivos são fortalecer o físico, a
mente e o espírito de forma integrada, além de desenvolver técnicas de defesa
pessoal.
Depois de já ter feito a bússola , saber como ela funciona que tal agora vermos suas habilidades com a orientação diante dos pontos cardiais e colaterais ?
FAÇA A ATIVIDADE ,REGISTRE POR MEIO DE FOTO E ENVIE PARA O e-mail lidiaaguiar@professor.educacao.sp.gov.br ou por whatsapp
Como já havíamos conversado na sala, existem métodos que nos permitem adaptar uma bússola.
A imagem abaixo descreve como podemos montar uma bússola.
Caso tenha este material em casa, siga as orientações, monte sua bússola e envie uma foto e vídeo da bússola "funcionando" , salva com seu nome para o lidiaaguiar@professor.educacao.sp.gov.br ou pelo whatsapp ( importante salve a foto no formato SEU NOME_SERIE_DISCIPLINA)
* poça com água , pode-se adaptar com um recipiente com água !
PROPOSTA DE ATIVIDADE PARA A TURMA DO 9º ANO A e B ( EDUCAÇÃO FÍSICA)
Olá turma do 9º ano. Espero que todos estejam bem !
Segue abaixo, atividade on-line para que neste período de " quarentena" vocês possam se organizar e separar um tempinho para estudos, facilitando nosso retorno as aulas presenciais.
Vamos lá?!
Disponibilizei duas atividades :
QUESTIONÁRIO 1 ( 9º ANO) = Leia, relembre as aulas que já tivemos e se necessário pesquise o tema na internet e responda o questionário.
Em seguida leia o texto abaixo e responda o questionário 2
TEMA : 1º BIMESTRE ( PRÁTICAS CORPORAIS DE AVENTURA )
Adrenalina: entenda o processo do hormônio presente nos esportes de risco
Adeptos de modalidades arriscadas aprendem a manter a serenidade em situações de perigo e têm o medo como aliado para aumentar a atenção e evitar erros
No alto do helicóptero com a porta aberta, a 2 mil metros do chão, o coração acelera, as mãos suam, e os músculos se tensionam. É a adrenalina, que percorre a corrente sanguínea a cada novo salto de paraquedas. A sensação se repete na ponta de um penhasco, a cada movimento de escalada em uma montanha e em cima de uma prancha que flutua sobre ondas gigantes. Coisa de doido? Longe disso. Aficionados por esportes radicais demonstram calma em momentos nos quais a morte é um risco frequente.
Estar disposto a se jogar do céu exige muita sanidade. “Não há nada de patológico com pessoas que gostam de atividades radicais”, assegura Renato Miranda, doutor em psicologia do esporte e autor do livro Reflexões do esporte para o desempenho humano (Editora CRV, 2013). Segundo ele, o perfil psicológico de quem pratica esportes de aventura é o oposto do que se imagina. “São pessoas destemidas, mas centradas, cuidadosas. Elas precisam da calma para lidar com as situações de risco. Como o perigo está rondando o atleta permanentemente, requer muita preparação psicológica”, explica Renato.
O medo não deixa de existir, apenas se torna controlável. Vice-campeão mundial de wingsuit, o brasiliense Yuri Cordeiro tem o temor como aliado. Como qualquer erro pode ser fatal, é esse sentimento que o mantém alerta a tudo na prática. “Já não é mais um medo absurdo, transformou-se num cuidado, num alerta. Preciso planejar até os mínimos detalhes para que não termine em tragédia”, conta Yuri, que mora no Rio de Janeiro e tem a Pedra da Gávea como principal ponto de treinamento.
Se, ao chegar ao topo da montanha, as condições de tempo não forem favoráveis, Yuri desiste do salto sem pestanejar. “Não é uma brincadeira, algo que eu possa banalizar”, ressalta o atleta. Somente essa segurança é capaz de tornar o esporte prazeroso. O encantamento das modalidades radicais advém do controle sobre situações nas quais o risco de morte é iminente. Os atletas não controlam o perigo em si, mas desenvolvem habilidades para enfrentá-los.